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1.
Rev. bras. educ. méd ; 41(1): 69-78, jan.-mar. 2017. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-843590

ABSTRACT

RESUMO Introdução Os anticoncepcionais hormonais (ACH) vêm sendo utilizados e difundidos desde a década de 1960. Sua importância atualmente é inegável, pois eles são responsáveis pelo tratamento e prevenção de várias doenças ginecológicas. A evolução dos ACH consistiu na implantação de uma ampla variedade de contraceptivos, de diferentes dosagens, combinações e formas de administração. Com o intuito de orientar sobre a segurança dos vários métodos contraceptivos em contextos específicos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou o guia Critérios de Elegibilidade para o Uso de Contraceptivos. Objetivo Este estudo objetiva avaliar o conhecimento dos residentes de Ginecologia e Obstetrícia de Goiânia a respeito da contracepção hormonal, de acordo com o guia Critérios de Elegibilidade para o Uso de Contraceptivos da OMS. Métodos Foi realizado um estudo transversal, descritivo, com residentes de Ginecologia e Obstetrícia de dois hospitais de Goiânia (GO), um filantrópico e outro da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás. Foi aplicado um questionário com perguntas de cunho epidemiológico e perguntas técnicas sobre indicações e contraindicações de determinados métodos contraceptivos nas seguintes situações especiais: cefaleias, hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, tromboembolismo, trombose arterial e embolia pulmonar. Foi realizada análise univariada, e os dados foram dispostos em tabelas de frequência. Resultados Os questionários foram respondidos por 33 residentes, com média de idade de 29,2 anos, dos quais 61% afirmaram ter formação adequada sobre contracepção; 63% se sentiam aptos a prescrevê-los; e os residentes dos dois últimos anos se sentiram mais seguros (82,4%) do que o grupo de recém-chegados à residência e os residentes do primeiro ano (75%), porém não foi obtida diferença significativa entre eles. Conclusão Os anos de residência médica não foram suficientes para melhorar significativamente os conhecimentos a respeito dos critérios de elegibilidade da OMS entre os grupos iniciais e finais do curso de residência, apesar de oferecerem maior segurança na prescrição.


ABSTRACT Introduction Hormonal contraceptives have been available for use since the 1960s, with their importance now undeniable, thanks to their treatment and prevention of various gynecological diseases. The development of hormonal contraceptives has involved the implementation of a wide range of contraceptives, different dosages, combinations and forms of administration. In order to advise on the safety of the prescription of these drugs in special situations, the WHO launched a guide known as the “WHO Eligibility Criteria for the use of hormonal contraceptives”. Objective This study aims to evaluate knowledge among gynecology and obstetrics residents according to the WHO guidelines. Methods A cross-sectional survey was administered to gynecology and obstetrics medical residents at two hospitals in Goiânia, with one hospital philanthropic and the other pertaining to the Goiás State Department of Health. A questionnaire was administered featuring epidemiological and technical questions on the indications and contraindications associated with the use of certain contraceptive methods in special conditions, such as headache, hypertension, smoking, thromboembolism, arterial thrombosis, and pulmonary embolism. A univariate analysis was performed, with the data organized into frequency tables. Results The questionnaires were completed by 33 residents with a mean age of 29.2, with 61% revealed to have received adequate training on contraception and 63% feeling able to prescribe hormonal contraceptive methods. Residents in the final two years felt safer (82.4%) than the newcomer resident group and those in the first year (75%), however a significant difference was not recorded. Conclusion The number of years students had been resident was not enough to significantly improve knowledge on the WHO Eligibility Criteria, in our comparison between residents in the initial and final stages of the course, despite tallying safer prescription.

2.
Rev. bras. educ. méd ; 39(4): 502-506, out.-dez. 2015.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-775627

ABSTRACT

RESUMO Introdução Desde a década de 1960, vêm-se utilizando anticoncepcionais orais como forma efetiva de contracepção. De modo a uniformizar e guiar a prescrição de tais medicamentos em situações especiais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou o guia Critérios de elegibilidade para o uso de contraceptivos. Objetivo Este estudo objetiva avaliar os conhecimentos de internos de Medicina de uma universidade a respeito da prescrição de anticoncepcionais hormonais de acordo com o Guia da OMS. Métodos Foi realizado um estudo transversal, descritivo, com alunos do quinto e sexto anos de Medicina de uma universidade em Goiânia (GO) por meio da aplicação de um questionário com perguntas técnicas sobre indicações e contraindicações de determinados métodos contraceptivos em situações especiais. Foi realizada análise univariada, e os dados foram dispostos em tabelas de frequência. Resultados Responderam ao questionário 92% dos acadêmicos, dos quais 72% afirmaram se sentir aptos a prescrever anticoncepcionais hormonais (ACH). Os acertos variaram de 3%, na prescrição correta em hipertensas leves, a 27%, em mulheres com cefaleia leve sem sinais focais. Conclusão A maioria dos alunos se sentia apta a prescrever contraceptivos hormonais, mas grande parte deles apresenta conhecimento inconsistente quando colocada em situações especiais presentes na prática clínica. Considerando-se que o interno dentro em breve ingressará no mercado de trabalho, propõe-se uma revisão do plano de ensino de forma a dar mais ênfase ao tema em questão.


ABSTRACT Introduction Since the 1960s oral contraceptives have been used as an effective form of contraception. In order to standardize and guide the prescription of these drugs in special situations, the WHO launched the guide “WHO Eligibility Criteria for use of hormonal contraceptives”. Objective This article aims to evaluate 5thand 6th year students’ knowledge about the prescription of hormonal contraceptives according to the WHO guidelines. Methods A cross-sectional survey was administered to 5th and 6th year medicine students from a University in Goiânia (GO). Descriptive statistics were used to illustrate the correct prescription of hormonal contraceptive methods in special situations. Univariate analysis was performed and the data were arranged in frequency tables. Results Of the 92% of the students who answered the questionnaire, 72% felt able to prescribe hormonal contraceptive methods. Correct answers ranged from 3% in the correct prescription to mild hypertensive patients, to 27% to women with a mild headache and without focal signs. Conclusion Most of the student respondents felt able to prescribe hormonal contraceptives. However many of them had inconsistent knowledge when facing special situations of clinical practice. Given the importance of the issue at hand and considering that these students will soon be working as doctors, we suggest a review of the undergraduate medical curriculum.

3.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 33(10): 297-304, out. 2011. ilus, tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-611347

ABSTRACT

OBJETIVO: Avaliar a qualidade da assistência hospitalar ao parto normal em Goiânia. MÉTODOS: Foi estudada uma amostra de 404 mulheres que tiveram partos normais em 13 hospitais de Goiânia, durante o período de abril a dezembro de 2007. Os dados foram obtidos de entrevistas com as puérperas e revisão dos prontuários médicos. A qualidade de assistência aos partos foi avaliada por meio do cálculo do índice Bologna e da comparação dos procedimentos utilizados com normas e procedimentos recomendados. RESULTADOS: O índice Bologna apresentou valor médio de 1,04 (IC95 por cento=0,9-1,1). A proporção de cesarianas eletivas foi 30 por cento, a de cesarianas de urgência foi 10 por cento e os partos induzidos representaram 1,6 por cento. A porcentagem de partos assistidos por profissional de saúde foi de 100 por cento, mas o pediatra esteve presente na sala de parto em apenas 30 por cento dos casos. Durante o trabalho de parto, metade das parturientes não teve avaliação da dinâmica uterina e 29,1 por cento não tiveram avaliação dos batimentos cardiofetais, com o partograma sendo utilizado em somente 28,5 por cento dos casos. Por outro lado, a utilização de ocitocina foi de 45,8 por cento. CONCLUSÕES: Os resultados indicam má qualidade da assistência ao parto normal em Goiânia, com baixo valor do índice Bologna, altas proporções de cesarianas eletivas e de urgência, frequência não-adequada de intervenções benéficas e alta ocorrência de algumas intervenções consideradas prejudiciais na assistência ao parto.


PURPOSE: To evaluate the quality of health care assistance during childbirth in the hospitals of Goiânia, in Brazil. METHODS: Thirteen hospitals were appraised from April to December 2007, and a random sample of 404 normal births was studied. Data were obtained from interviews with mothers after delivery and by consulting their medical records. The quality of assistance at birth was evaluated by using the Bologna score and by comparing the procedures used in those hospitals to standard recommended practices. RESULTS: The Bologna score presented an average value of 1.04 (95 percentCI=0.9-1.1). The elective caesarian rate was 30 percent, the emergency caesarian rate was 10 percent, and the rate of induced childbirth was 1.6 percent The percentage of childbirths attended by health care professionals was 100 percent, but pediatricians in the delivery room were present only in 30 percent of the time. During labor, half of the women had no evaluation of the uterine dynamics and 29 percent had no auscultation fetal monitoring. The partogram was used for only 28.5 percent of the women, whereas the use of oxytocin was 45.8 percent. CONCLUSIONS: The results indicate a poor quality of childbirth care with low values of the Bologna score, high elective and emergency caesarians rates, a high number of unnecessary and potentially harmful interventions, and an insufficient frequency of beneficial interventions.


Subject(s)
Female , Humans , Pregnancy , Delivery, Obstetric/standards , Quality of Health Care , Cross-Sectional Studies
4.
Rev. saúde pública ; 39(3): 350-357, jun. 2005. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-405311

ABSTRACT

OBJETIVO: Determinar os fatores responsáveis pela associação entre via de parto normal e maior mortalidade neonatal, em coorte de recém-nascidos. MÉTODOS: Estudo de coorte retrospectiva, constituído por meio do sistema de linkage a partir dos arquivos do Sistema de Informações de Nascimentos e do Sistema Informações de Mortalidade, onde foram incluídos todos os recém-nascidos de Goiânia, no ano de 2000. Foi realizada análise estratificada da via de parto e das categorias de hospital de nascimento por fatores de risco para a mortalidade neonatal, com cálculo do Risco Relativo, com nível de significância de 5 por cento. As associações estatísticas foram analisadas utilizando o teste qui-quadrado com nível de significância de 5 por cento. RESULTADOS: O parto normal foi mais realizado que o operatório em situações de maior risco para a morte neonatal. Os hospitais públicos, onde o parto normal foi mais freqüente, atenderam a população de maior risco para a morte neonatal. Os hospitais privados sem atendimento ao Sistema Unico de Saúde realizaram a cesariana em 84,9 por cento dos casos. Nesses serviços, o parto normal foi realizado principalmente em situações de risco para a morte neonatal como: prematuridade extrema e muito baixo peso ao nascer. CONCLUSÕES: A associação entre parto normal e maior ocorrência de óbito neonatal decorreu de viés de seleção devido à distribuição das gestantes na rede hospitalar e, ainda, da realização quase universal de cesarianas em gestações de baixo risco e do parto normal nas gestações de alto risco para a morte neonatal.


Subject(s)
Humans , Female , Infant, Newborn , Risk Factors , Infant Mortality , Natural Childbirth/statistics & numerical data , Delivery, Obstetric , Hospitals, Private , Hospitals, Public , Infant, Low Birth Weight , Unified Health System
5.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 27(3): 130-136, mar. 2005. ilus, tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-405445

ABSTRACT

OBJETIVO: analisar o peso ao nascer da coorte de recém-nascidos do ano 2000, em Goiânia, pela determinação do coeficiente de mortalidade e probabilidade de sobrevivência neonatal, estratificados por categorias de peso ao nascer e, ainda, pela identificação dos fatores associados ao baixo peso ao nascer (BPN). MÉTODOS: estudo de coorte retrospectivo, constituído por linkage dos arquivos do SIM (Sistema de Informações de Mortalidade) e do SINASC (Sistema de Informações de Nascimentos). Foram calculados coeficientes de mortalidade neonatal para as categorias de peso ao nascer e construído um gráfico de probabilidades de sobrevivência neonatal por meio de análise de regressão linear. Foram identificados fatores de risco para o BPN mediante análise univariada (RR) e regressão logística, considerando-se nível de significância de 5 por cento. RESULTADOS: a incidência de BPN foi de 6,9 por cento, sendo que 140 (66,8 por cento) óbitos neonatais ocorreram nesse grupo. Trinta por cento dos óbitos se deram na categoria de peso entre 1.500-2.500 g. Os fatores identificados como de risco para o BPN foram: prematuridade, presença de malformações congênitas, mães com idade em extremos reprodutivos, residência na região noroeste do município, baixo número de consultas no pré-natal, parto em hospital público e sexo feminino. CONCLUSAO: a incidência de BPN foi semelhante aos países desenvolvidos e os coeficientes de mortalidade neonatal, por categoria de peso, aquém dos encontrados naqueles países. Os resultados encontrados orientam atenção para: prematuridade, hospitais públicos e região noroeste de Goiânia.


Subject(s)
Male , Female , Infant, Newborn , Humans , Incidence , Infant Mortality , Infant, Low Birth Weight , Infant, Premature , Embryonic and Fetal Development , Infant, Low Birth Weight/growth & development
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